Acreditar e agir

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:07 pm

Um viajante caminhava perto de um grande rio pensando numa maneira segura de chegar até o outro lado.
Mas, seus pensamentos acabaram interrompidos com a voz de um senhor já idoso. Era um barqueiro, que perguntou:
- Posso ajudá-lo a atravessar?
O viajante ficou olhando aquele barco pequeno, muito gasto pelo tempo e com dois remos de madeira de carvalho. Ele viu ainda, que havia algo escrito em cada remo.
Ao entrar no barco ele pôde ler os palavras escritas nos remos. Em um deles se lia a palavra “acreditar” e, no outro, estava escrito “agir”.
Curioso, o viajante perguntou:
- Por que essas duas palavras estão escritas em cada remo?
O barqueiro continuou calado, mas pegou o remo, onde estava escrito “acreditar” e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar. Em seguida, ele pegou o remo em que estava escrito “agir”, e remou com toda a força. Novamente o barco girou em sentido contrário, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os remos, movimentou os dois ao mesmo tempo e, aí sim, o barco, impulsionado por ambos os lados, conseguiu navegar chegando calmamente à outra margem.
Então, o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir. Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso utilizar os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: “agir e acreditar”.

LIÇÃO DE VIDA:
O barco é a nossa vida.
Para atingirmos os nossos objetivos, precisamos acreditar e agir.
Reme com firmeza e atravesse com segurança para alcançar a sua vitória!!!

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Os tres fios brancos

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:07 pm

Gildo era um bom pai, mas rigoroso na educação dos filhos e costumava cobrar deles boas e honestas atitudes.

Certo dia, apareceu na porta de sua casa, um lindo cachorrinho preto. Seus três filhos, Vitória, Júnior e Ana Clara, logo se apaixonaram pelo animalzinho.
Imediatamente notaram que no rabo do cãozinho, todo preto, havia três fios de pelos bem branquinhos, o que o tornava diferente dos outros cães de sua raça.

Na semana seguinte, Gildo estava lendo o jornal, quando viu um anúncio em destaque que dizia:
“Quem souber do paradeiro de um cãozinho preto, pequeno…”

E, entre outras características mencionadas no anúncio, acrescentaram: “possui três fios de pelo branco na cauda. Favor entrar em contato com o dono no telefone…”

O anúncio era bem completo e não deixava a menor dúvida. O cãozinho que apareceu em sua casa, era o mesmo que estava sendo procurado no anúncio.

Preocupado com a possibilidade de seus filhos perderem o animalzinho, que já fazia parte da vida deles, Gildo largou o jornal em cima do sofá e foi até onde estavam as crianças e o cão.
Nem pensou duas vezes. Na presença dos filhos - cuja a personalidade estava se formando em cada um - Gildo separou aqueles três fios de pelo branco do rabo do cachorrinho e os arrancou usando uma pinça.
Saiu dali pensando ter resolvido o problema. Agora ninguém descobriria, ele pensou.
Mas, o dono do cão recebeu uma informação de que o cachorrinho estava na casa de Gildo e foi procurá-lo.

Ele explicou para Gildo que o cachorrinho, na verdade era do filho, que estava até doente, sofrendo muito desde o desaparecimento. Mas, quando aquele homem estava prestes a levar o animal, Gildo chamou a atenção dele perguntando:
- Mas, meu amigo, no anúncio que você fez no jornal estava bem destacado que o cão que procura tem três fios de pelo branco na cauda, não é verdade?
O homem, muito triste, pensando no filho que sofria pela ausência do animalzinho de estimação, foi obrigado a concordar com Gildo. Sem os três pelos brancos não poderia provar que o animal era o de seu menino.

Depois que o homem foi embora, Gildo se sentiu aliviado. Seus filhos, porém, que acompanharam as atitudes do pai, pareciam confusos. Vitória, a mais velha, de 14 anos, então, perguntou:

- Papai, por que você não falou para o moço que o senhor arrancou os três pelos brancos e que esse cãozinho era o que ele procurava?

Nesse momento, o alívio de Gildo deu lugar a um arrependimento sem fim. Ele percebeu que tudo aquilo de bom e honesto que ensinava e cobrava dos filhos foi por água abaixo. Tinha feito o contrário do que acreditava e ensinava a eles: foi egoísta, inconseqüente e impiedoso.

Desesperado, repetia para si mesmo: “o que eu fiz! … meus filhos continuam com o cãozinho, mas agora não vão confiar mais em mim”…
LIÇÃO DE VIDA:

Educar é maravilhoso, mas exige RESPONSABILIDADE.

Precisamos ser sempre os melhores EXEMPLOS para nossas crianças.

Por isso, devemos educar nossos filhos com AMOR e RESPONSABILIDADE!!!

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O Verdadeiro lar

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:07 pm

O mundo de Cristina tinha desabado com o divórcio. Herdou muitas contas atrasadas, incluindo as prestações da casa e o plano de saúde. Seu emprego de meio expediente gerava uma renda muito pequena e poucos benefícios.
Sem nenhum apoio financeiro, ela perdeu a casa.
Com muito sacrifício e para não ficarem na rua, Cristina conseguiu alugar um trailer para ela e seu filho Mateus, de cinco anos, num acampamento local.
Aquilo era só um pouco melhor do que morar em seu pequeno carro, mas ela desejava, de coração, poder proporcionar algo mais para seu filho.
Certa noite, depois de brincar um pouco com um jogo de dominó e ler algumas estórias, Cristina mandou Mateus ir brincar do lado de fora até a hora de ir dormir.
Enquanto o garoto se distraía, ela sofria, debruçada sobre o talão de cheques. Eram muitas dívidas e pouco dinheiro.
De repente, ouviu vozes e deu uma olhada pela janela. Lá estava o gerente do acampamento falando com seu filho:
- E aí, garoto, você não gostaria de ter um lar de verdade?
Cristina ficou tensa, prendeu a respiração e chegou mais perto da janela para ouvir a resposta do menino.
Uma emoção muito forte tomou conta daquele coração de mãe, tão sofrido e tão dedicado, quando ouviu a resposta de seu filho:
- Mas, eu e a minha já temos um lar de verdade. Só não temos, por enquanto, uma casa para colocá-lo!

LIÇÃO DE VIDA:

O lar é um lugar sagrado, onde podemos cultivar e manter as mais puras afeições e os mais sinceros laços de amor.
Por isso, faça do seu lar um santuário, onde more o amor, o respeito, a felicidade e a paz!!!

Dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher …, portanto a semana de homenagearmos as nossas mulheres…

Esta história pode ser a história de muitas mulheres: separadas, viúvas ou abandonadas por seus maridos, companheiros e, por isso, precisam sustentar e manter seus lares sozinhas.

São nestas horas difíceis que muitas vezes essas mulheres percebem como são especiais, como são fortes e guerreiras.

Nesta semana, iremos fazer, através deste quadro, uma singela, mas sincera e merecida homenagem a vocês, MULHERES, vocês donas de casa, verdadeiras guerreiras, que nos acompanham todos os dias, seja no trabalho ou em casa, lavando roupa, fazendo o almoço, cuidando de seus filhos…!!!

Parabéns, mulher brasileira!!!

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O preço de um milagre

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:06 pm

Talita, de apenas 8 aninhos, estava brincando, mas não deixou de ouvir os pais conversando sobre seu irmão, André, que estava muito doente. O pai falou emocionado:

- É muito difícil admitir, mas somente um milagre poderá salvar nosso filho! Não temos nenhuma condição de pagar pela cirurgia que o Andrezinho precisa…só um milagre…

Ao ouvir aquilo, Talita correu para o seu quarto e pegou um vidro de gelatina cheio de moedas, escondido no armário. Contou três vezes para saber quanto tinha. O valor precisava ser exato, não podia errar. Em seguida, colocou o dinheiro de volta dentro do vidro e saiu de casa sem os pais perceberem.

Depois de andar bastante, Talita chegou onde queria, numa farmácia. Esperou o farmacêutico lhe dar atenção, mas nada. Esfregou os sapatos no piso, tossiu, e nada. Foi então, que pegou uma das moedas e bateu no balcão. O farmacêutico, olhou para ela, já irritado e perguntou:

- O que você quer, menina? – Ele nem deixou Talita responder e continuou:

- Eu estava conversando com o meu irmão que não vejo há anos e você vem me interromper…diga logo o que quer!

E, Talita, com a pureza de uma criança, falou:

- Meu irmãozinho André está muito doente…e eu vim aqui para comprar um milagre!

O farmacêutico ficou ainda mais aborrecido e disse:

- Ora, garota, não tenho tempo a perder com bobagens de crianças. Volte para sua casa!

Mas Talita não desistiu e disse ao farmacêutico:

- Papai e mamãe falaram que meu irmãozinho tem uma coisa ruim crescendo dentro da cabeça dele e que, só um milagre pode curar meu irmão… me ajuda, moço, preciso comprar esse milagre. Me diz, quanto custa?

Ao escutar a menina, o farmacêutico, mais calmo, respondeu:

- Não vendemos milagres aqui, menina. Desculpa, mas não posso ajudar você!

Talita, não acreditando no que o farmacêutico disse, implorou:

- Por favor, moço, eu vou pagar, eu tenho dinheiro. Se não der, posso conseguir mais dinheiro. Por favor, quanto custa um milagre?

Nesse momento, Nelson, o irmão do farmacêutico, apareceu. Se aproximou de Talita e perguntou:

- Que tipo de milagre seu irmãozinho precisa?

A menina, então, respondeu:

- Não sei… só sei que ele tá muito doente… a mamãe falou que ele precisa ser operado… mas o papai não tem dinheiro… aí eu quero pagar com esse dinheiro que tá aqui dentro do vidro.

Nelson, emocionado com a situação daquela menininha, perguntou:

- E quanto você tem aí dentro desse vidro?

E, Talita, respondeu baixinho:

- Dez reais e 11 centavos. É todo o dinheiro que eu tenho… mas se for preciso, posso arrumar mais.

Nelson pensou um pouco e disse para Talita:

- Puxa, que coincidência! Dez reais e 11 centavos, é exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos.

Disse isso, pegou o dinheiro com uma das mãos e com a outra, pegou a mãozinha de Talita, dizendo:

- Me leve até sua casa. Quero ver se tenho o tipo de milagre que seu irmão precisa.

Nelson era um cirurgião, especializado em neuro-cirurgia. Ele operou o irmão de Talita com sucesso e sem custo algum. Meses depois, o menino voltou para casa completamente curado.

A família novamente estava reunida e feliz.

A mãe não se cansava de repetir:

- Foi um milagre …um milagre real….gostaria de saber quanto custou.

Nesse momento Talita deu um sorriso. Ela sabia exatamente o preço daquele milagre….dez reais e 11 centavos, mais a sua fé.

LIÇÃO DE VIDA:

A fé é o começo de tudo.

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O poder da prece

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:06 pm

O PODER DA PRECE

Dona Neide, uma mulher muito pobre e sofrida, foi até um mercadinho perto de sua casa. Entrou e foi falar com o dono, conhecido naquele local, pelo seu jeito grosseiro de tratar as pessoas.
Ela explicou que o marido estava muito doente e, por isso, sem poder trabalhar. Porém, seus sete filhos precisavam se alimentar. Então pediu que o comerciante lhe vendesse alguns alimentos fiado.
O dono do armazém zombou de dona Neide e, irritado, pediu que ela saísse de seu mercado.
Mas, pensando nos filhos com fome e o marido fraco, quase morrendo em cima de uma cama, ela implorou :

- Por favor! Por Deus! eu prometo que pago assim que eu conseguir algum dinheiro!

Mas o comerciante não queria saber e disse que não venderia fiado.
Em pé, no balcão ao lado, um freguês, seu Amaral, que assistia a conversa entre os dois, se aproximou do dono do armazém e falou:

- O senhor pode dar tudo o que essa senhora necessita para levar para sua família, pois pagarei a conta.

O comerciante, insatisfeito, perguntou para dona Neide:
- A senhora tem uma lista de mantimentos?
E dona Neide disse que sim.
E o comerciante falou:
- Muito bem, coloque a sua lista na balança. O quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos.
Dona Neide ficou indecisa por uns instantes. Mas enfiou a mão dentro da bolsa, pegou um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e depois o colocou devagarinho na balança.
Dona Neide, o comerciante e seu Amaral, ficaram admirados quando o prato da balança com o papel, desceu e permaneceu embaixo.
Completamente espantado com o marcador da balança, o comerciante olhou para seu Amaral e comentou contrariado:
- Eu não posso acreditar!
Seu Amaral apenas sorriu.

O comerciante, então, começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.
Como a balança não equilibrava, o comerciante continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. Quase desistindo, ficou parado por uns instantes olhando para a balança, tentando compreender o que havia acontecido.

Ele não entendia como um pedaço de papel poderia pesar mais do que todos os mantimentos que colocava do outro lado da balança.
Finalmente, o comerciante pegou o pedaço de papel e ficou espantado, ao ver o que estava escrito. Não era uma lista de compras, mas uma oração que dizia:
- “Meu Deus, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos…”
O comerciante, então, deu as mercadorias para dona Neide sem falar nada. Aquela pobre mulher agradeceu e foi embora muito feliz.
Seu Amaral, sorrindo, pagou a conta de dona Neide e disse:
- Valeu cada centavo!
Só mais tarde o comerciante reparou que a balança estava quebrada.
LIÇÃO DE VIDA:

O poder de uma prece é incalculável e somente DEUS sabe seu verdadeiro valor!!!

- Essa história é mais um exemplo de luta de uma mulher, pobre, sofredora. Mas uma mãe e esposa dedicada à sua família, que se humilhou para não deixar que os filhos e o marido doente, passassem fome.

Eu sei que existem muitas “donas Neides” que já viveram uma situação parecida com esta.

O meu carinho a todas elas… a todas as mulheres que lutam para colocar comida dentro de casa!!!

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Amor sem igual

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:06 pm

Rita, uma dona de casa, ficou soterrada com a filhinha Michele, de 5 anos de idade, depois que sua casa desabou durante uma forte chuva. Embaixo dos escombros, ela estava encostada no que restou de uma parede. Acima de sua cabeça havia uma grande placa de concreto e um cano de água caído sobre um de seus ombros. Ela não podia se levantar.
Era inverno e estava fazendo muito frio. A filha Michele, com medo, se agarrou na mãe e começou a pedir chorando:

- Mamãe, quero água, tô morrendo de sede!
Rita, com muita dificuldade, conseguiu mexer um braço e encontrou um copo com geléia que tinha caído de um armário da cozinha. Mas, o doce durou pouco e a menina continuou com vontade de beber água. Vendo que a filha estava cada vez mais fraca e gemia baixinho, Rita, desesperada, ficou com medo que Michele morresse de sede. Nada tinha para dar a ela, nem água, nem líquido algum. Foi quando se lembrou do seu sangue. Mesmo com os dedos endurecidos pelo frio, Rita tateou, até alcançar o copo de geléia vazio. Quebrou o copo e, com um caco do vidro, cortou o dedo indicador e deu para a filha sugar. Mas as poucas gotas de sangue não foram suficientes e a criança pediu novamente:

- Ainda tô com sede, mamãe, me dá água! Por favor, mamãe!!!

Rita, cheia de dor e angustiada, cortou mais a mão, apertando os dedos para aumentar a quantidade de sangue. Ela já aceitava a idéia de morrer, mas tinha que salvar a filha. Apesar da temperatura muito baixa, mesmo soterrada, ela lutou até tirar suas roupas para agasalhar Michele. Com um pedaço de pano encontrado no chão, improvisou uma espécie de cama para a menina deitar.
Os dias se passavam, e os pedidos de Michele, querendo beber alguma coisa, eram cada vez mais insistentes. Rita continuou a “doação de sangue”, lembrando de um filme que tinha visto, onde um homem conseguiu manter vivo dessa forma, um companheiro desmaiado.

Diante dessa dolorosa situação e tamanho sufoco, Rita acabou perdendo a noção do tempo e nem sabia do dia em que tinha cortado os dedos. Em suas alucinações, por causa da fome, via mesas cheias de comidas e bebidas e, de vez em quando, gritava pedindo socorro, apesar de não ter esperança de ser ouvida. Mas, ver a filha com sede, correndo o risco de morrer ali, soterrada, lhe dava forças para continuar gritando.
Quase oito dias depois de mãe e filha serem soterradas, equipes de resgate ouviram gritos. Foi, então, que removeram uma laje e retiraram as duas debaixo dos escombros, agarradas uma a outra… e salvas.

LIÇÃO DE VIDA:

Deus deu à mulher o maior poder de um ser humano: o de gerar uma vida.

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Apenas passe adiante

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:05 pm

Jorge viajou de férias com a família para um acampamento isolado. Na hora de ir embora, de volta para casa, seu carro não pegava de jeito nenhum. Muito irritado, descobriu que o problema era bateria descarregada. Andou pelos arredores do acampamento, mas ninguém apareceu para ajudar.
Sem alternativa, decidiu ir procurar ajuda numa vila que ficava a alguns quilômetros de distância. Duas horas depois, cansado e com o tornozelo torcido, Jorge chegou até um posto de gasolina que estava fechado. Só então, se lembrou que era domingo. Mas havia um telefone público e uma lista telefônica caindo aos pedaços e ele ligou para a única empresa de auto-socorro de uma cidade vizinha, a uns 30 quilômetros de distância.
Do outro lado da linha, quem atendeu foi o seu Zé, que sentindo o desespero de Jorge, tratou de acalmá-lo dizendo:
- Não tem problema, sei direitinho onde o senhor está. Normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.

Jorge ficou aliviado, mas ao mesmo tempo preocupado com o gasto que teria com aquele socorro.

Seu Zé chegou com o caminhão-guincho e depois seguiu com Jorge para a área de acampamento onde o carro estava enguiçado.
Quando Jorge saiu do caminhão, ficou espantado ao ver seu Zé descer com aparelhos na perna e a ajuda de muletas: ele era paraplégico.

Seu Zé foi fazer seu trabalho, mas Jorge continuava preocupado em quanto ficaria aquele serviço.

Seu Zé, interrompeu os pensamentos de Jorge quando falou:
- É só mesmo a bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão ir embora.
Ele reativou a bateria e, enquanto esperava começou a brincar com o filho de Jorge.

Bateria recarregada, serviço pronto. Jorge nem esperou seu Zé guardar os equipamentos e perguntou ansioso:

- Quanto lhe devo?

E, para a surpresa de Jorge, seu Zé respondeu:
- Nada!

Mas, Jorge insistiu:
- O senhor fez um serviço pra mim, e no seu dia de folga, preciso lhe pagar alguma coisa!

Seu Zé, então falou:
- Não precisa me pagar nada. Há muitos anos alguém me ajudou a sair de uma situação pior do que esta, quando perdi as minhas pernas. A pessoa me disse apenas para “passar isso adiante”. Portanto, você não me deve nada. Apenas lembre-se: Quando tiver uma chance, “passe isso adiante”.
Muitos anos depois, Jorge, agora médico, tinha seu próprio consultório, onde treinava estudantes de medicina. Maria, uma aluna do segundo ano da faculdade de outra cidade, veio passar um mês no seu consultório para ficar perto da mãe, que morava na região.

Depois de atenderem uma paciente viciada em drogas e álcool, doutor Jorge viu que Maria estava chorando, e perguntou:
- Você não se sente bem por atender este tipo de paciente?

Maria disse que não e explicou:
- Minha mãe poderia ser esta paciente. Ela tem o mesmo problema. Há anos é depedente de drogas. Isso destruiu nossa família.
Doutor Jorge, então, decidiu tratar da mãe de Maria. Tempos depois, conseguiu curá-la.

Maria, muito agradecida e feliz, por ver a esperança de volta em sua família, perguntou ao doutor Jorge:

- Como… como posso lhe agradecer?

E o doutor Jorge respondeu:

- APENAS PASSE ISSO ADIANTE…

LIÇÃO DE VIDA:

Tudo o que é bom, a gente tem que compartilhar…passar adiante!

Vamos procurar retribuir uma ajuda, sempre ajudando outras pessoas…

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Magia infantil

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:05 pm

Silvana entrou para a faculdade, e não demorou muito, se apaixonou por Miguel, um colega de sala. Mesmo contra a vontade dos pais, os dois se casaram. Foi tudo muito simples, bem ao contrário das grandes festas tradicionais de casamento, como sempre desejou o pai, seu Mário.

Desde o dia do casamento, pai e filha nunca mais se falaram ou se viram. Quando a mãe telefonava para Silvana, seu Mário sempre arrumava um jeito de sair para não falar com a filha.

Por todas estas atitudes do pai, Silvana acreditava que ele tinha desaprovado tudo o que ela fez: não seguiu o conselho que ele lhe deu de se formar primeiro e esperar para ver se realmente deveria se casar com Miguel, não quis uma grande festa de casamento, como ele sempre sonhou para a filha única…foi morar longe, em outra cidade…

Mesmo sentida, sofrendo com a indiferença do pai, Silvana lembrava com carinho da sua infância. Tudo foi maravilhoso. Vivia atrás do pai, onde quer que ele fosse, parecia a sombra dele. Logo que ele chegava em casa, pulava no pescoço dele e assim começavam a brincar até a mãe terminar o jantar. E, quando ela se cansava, o pai a colocava nos ombros, de onde ela podia “ver o mundo”. E quando ia dormir, o pai cantava uma música muito bonita que dizia: “…há um mundo bem melhor, todo feito pra você é o mundo pequenino, que a ternura fez…”

O tempo passou.

Silvana teve um bebê. Quando ele completou cinco meses, ela decidiu que era a hora de apresentar o neto aos avós. No trajeto, a angústia de Silvana aumentava. Ela ficava se perguntando: “será que meu pai vai falar comigo? Será que vai aceitar o meu filho? Se ele rejeitar o neto, nem sei o que vou fazer…”

Ao chegarem na casa dos pais, todos se cumprimentaram normalmente. Seu Mário, deu uma olhada no neto, mas não demonstrou qualquer reação.

Durante o almoço, seu Mário ficou calado. Por isso, horas depois, Silvana, achou melhor ir embora, apesar de já estar tarde e o trajeto ser longo. Mas, começou a chover forte e a mãe não os deixou ir embora.

Anoiteceu. Silvana, Miguel e o bebê, foram dormir. Quase amanhecendo, ela acordou assustada. Olhou o relógio e viu que tinha passado da hora do filho mamar. Mas ficou surpresa porque ele estava quieto. Pensando que o bebê ainda dormia, Silvana atravessou o corredor e, quando ia para a cozinha, parou ao ver uma cena emocionante:

Seu filho estava com a cabeça apoiada numa almofada no chão, agitando as mãos e pés, enquanto seu Mário, todo feliz, dava a mamadeira para o netinho e cantava: “…há um mundo bem melhor, todo feito pra você, é o mundo pequenino que a ternura fez …”

Silvana chorou de alegria. Seu filho, aquele “pedacinho de gente”, havia conseguido, em tão pouco tempo, conquistar o coração do avô e acabar com aquela briga boba entre pai e filha.

LIÇÃO DE VIDA:

Os laços de família são eternos.

Muitas vezes, como nesta história, as crianças ajudam a resgatar a união, o amor e a esperança entre as famílias.

As crianças são bênçãos.

Hoje é dia de São José, o padroeiro da família.

Procure sempre dar prioridade na sua vida para a sua família.

Por isso, aproveite o dia de hoje para agradecer a Deus pela família que você tem.

E não se esqueça, você faz parte de uma outra Família que você escolheu….a FAMÍLIA TUPI!!!

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Pintura do filho

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:05 pm

Seu Lourenço, um homem muito rico e seu filho Artur, eram apaixonados por obras de arte. Os dois costumavam ficar horas admirando uma valiosa e belíssima coleção de quadros de pintores famosos que tinham em casa.
Um dia, Artur foi convocado para a guerra. Foi muito valente, mas, morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. Seu Lourenço recebeu a notícia e sofreu muito com a morte do único filho.
Um mês depois, um jovem procurou seu Lourenço. Segurava um grande quadro e se apresentou:
- Bom dia! O senhor, não me conhece. Sou o soldado por quem seu filho deu a vida. Ele salvou muitas vidas nesse dia, e estava me levando a um lugar seguro quando foi morto. Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.
Seu Lourenço continuava calado. Então, o rapaz lhe entregou o quadro e disse;
- Eu sei que não é muito e, eu também não sou um grande artista, mas sei que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.
Quando seu Lourenço pegou o quadro e viu o retrato do filho, pintado pelo jovem soldado, começou a chorar de emoção. Era como se o filho estivesse ali, do seu lado.

Seu Lourenço agradeceu ao jovem soldado, e queria pagar pelo quadro. Mas o rapaz falou:
- Não, senhor, o que seu filho fez por mim não tem preço e essa pintura é um presente para o senhor.
Seu Lourenço colocou o quadro do filho na frente dos quadros valiosos. Cada vez que alguém o visitava, mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa coleção.
Meses depois, seu Lourenço morreu.

Foi marcado um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante estava lá com intenção de comprá-las. No meio daqueles quadros valiosos estava o retrato de Artur, o filho de seu Lourenço.
O leiloeiro começou dizendo:
- Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance neste quadro?
Todos continuaram em silêncio. Mas de repente, alguém gritou:
- Queremos ver as obras dos pintores famosos!
O leiloeiro insistiu:

- Alguém oferece algo por essa pintura? 200 reais…100?
Outra pessoa gritou:

- Cadê os quadros valiosos?

O leiloeiro parecia não estar ouvindo os gritos e voltou a oferecer:

- O FILHO!!! Quem leva a pintura do filho?
Finalmente, um homem levantou o dedo e disse:
- Senhor eu não tenho 100 reais, mas dou 10 reais pela pintura!
Era o velho jardineiro da casa. Muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.
- Temos 10 reais! quem dá 20? – Ainda ofereceu o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas, queriam as pinturas valiosas, para completarem sua coleção. Então, o leiloeiro bateu o martelo:

- Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três…. vendida por 10 reais!!!
Em seguida, uma pessoa gritou:
- Agora vamos começar com a coleção valiosa!
O leiloeiro soltou seu martelo e disse:
- Sinto muito senhoras e senhores, mas o leilão acabou.
Várias pessoas protestaram:
- Mas, e as pinturas valiosas?
O leiloeiro, então, falou:
- Eu sinto muito, mas quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do dono: “Somente a pintura do filho seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria todas os bens deste homem, inclusive as valiosas pinturas”. Não

seria permitido revelar esse segredo até o fim do leilão. Portanto, o homem que comprou a PINTURA DO FILHO, fica com tudo!

LIÇÃO DE VIDA:

Muitas vezes as aparências enganam e a vida não é uma coincidência, é um reflexo de nós mesmos.

Por isso, precisamos aprender a valorizar os sentimentos.

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Licao da criança

Written by Mensagens de Natal on March 31, 2007 – 11:05 pm

Renato e Eliane jantavam num restaurante com o filho Daniel. Ele era a única criança no local e estava sentado numa cadeira infantil. Todos comiam, bebiam e conversavam tranqüilamente. De repente, o menino começou a bater as mãozinhas na mesa e gritou animado, sorrindo:

- Oi, amigo!

Curioso, o pai olhou para um lado, para outro e viu a razão da alegria do filho: Era um senhor usando roupas e sapatos rasgados e sujos.

Com um pouco de medo, o homem acenou para Daniel e falou:

- Oi , neném, tudo bem?

Rapidamente Renato e Eliane se olharam e pensaram: “o que faremos”?

Daniel, porém, continuou rindo e falou de novo:

- Oi, amigo!

Nesse momento, todos no restaurante olharam para Daniel, seus pais, e para o mendigo. Renato ficou com raiva e disse para a esposa que o homem estava incomodando o filho.

Nesse instante, os garçons trouxeram a comida e o mendigo chegou perto de Daniel. Ninguém acreditava que aquele homem estava sendo simpático e carinhoso com o menino, e alguns chegaram a pensar que ele estava bêbado.

Envergonhados, Renato e Eliane pediram a conta. Quando já estavam na porta, Eliane resolveu ir ao banheiro. Ela combinou de encontrar o marido no estacionamento.

O velho mendigo estava muito perto da porta de saída. Renato se apavorou e pensou, enquanto passava ao lado do homem, com Daniel no colo: “Ah, meu Deus, me ajuda a sair daqui antes que este louco fale com o meu filho de novo!”

Enquanto Renato mal queria olhar aquele homem, Daniel levantou os braços e, antes que o pai pudesse impedi-lo, se jogou no colo do mendigo. O pequeno Daniel, sem medo, encostou sua cabeça no ombro do desconhecido que, por sua vez, fechou os olhos e começou a chorar. Suas mãos, enrugadas, maltratadas, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, agora eram suaves, e ele acariciava as costas daquele menino.

Renato, se sentindo envergonhado e com remorso, pensou: “nunca duas pessoas se amaram tão profundamente em tão pouco tempo!”.

O velho homem, ainda com Daniel em seus braços, abriu os olhos e, emocionado, falou para Renato:

- Cuide muito bem deste menino! O senhor não sabe, mas me deu um presente maravilhoso hoje! Que Deus abençoe a sua família!

Renato, com a voz embargada, quase chorando afirmou que cuidaria sim, do filho e pegou Daniel do colo daquele homem. O menino parecia triste vendo o desconhecido ir embora.

Renato, arrependido do preconceito que sentiu daquele mendigo, descobriu que seu filho, tão pequenino, acabou lhe dando uma grande lição: a de amar ao próximo.

LIÇÃO DE VIDA:

Não devemos ter qualquer tipo de preconceito.

Como seria, se começássemos a ver as coisas, sob o olhar inocente de uma criança?

As crianças são simples, não têm preconceitos, são sinceras, francas, espontâneas…

Quem sabe assim, construiríamos um mundo melhor, mais justo e sem violência!

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